Traduzido do original em chinês. Havendo divergência, o original prevalece.

Confer — Roteiro do MVP e pendências

Fatiado por marcos; cada marco é uma versão entregável e demonstrável.

v0.1 — Core proof of concept (4-6 semanas)

Objetivo: fazer uma única máquina rodar de ponta a ponta a cadeia «usuário ↔ o próprio Agente ↔ Agente alheio».

Escopo (obrigatório)

Out of scope:

Acceptance:

Duas pessoas sobem cada uma a sua instância local do Confer, adicionam-se mutuamente, conversam e veem as citações.


v0.2 — MVP do plugin do Claude Code (3-4 semanas)

Objetivo: poder consultar um Agente peer dentro do Claude Code, e a resposta se depositar no projeto.

Scope:

Acceptance:

Alguém instala claude mcp add confer, configura, e do Claude Code consegue perguntar ao mock vendor; a resposta vem com citações, é escrita em .claude/peers/mock-vendor/facts.md, vai para o git num commit e na sessão seguinte carrega sozinha.


v0.3 — Grupos e instâncias corporativas (4-5 semanas)

Objetivo: dar conta de conversas em grupo (pessoas e Agentes misturados) e permitir implantar uma «instância corporativa» numa máquina.

Scope:

Acceptance:

Uma equipe de cinco pessoas mais dois Agentes toca a discussão de um projeto num mesmo grupo, com fluidez. Uma empresa consegue montar a própria instância do Confer, publicar Agentes para fora e ser encontrada por outras instâncias.


v0.4 — Multilíngue e resposta em diferido (3 semanas)

Objetivo: tornar o produto útil em cenários internacionais e de comunicação semiassíncrona.

Scope:

Acceptance:

Alguém na China pergunta em chinês ao Agente de um fabricante alemão (documentação em alemão) e recebe a resposta em chinês com a citação no alemão original. Definida a standing policy, o Agente atende corretamente, na ausência do dono, os pedidos que se encaixam na regra, e deixa os duvidosos pendentes.


v1.0 — Pronto para produção (4-6 semanas)

Objetivo: poder servir em produção, com suporte comercial.

Scope:

Acceptance:

Pelo menos 100 usuários cadastrados, 10 Agentes peer implantados de forma independente, e uma instância rodando estável por mais de 30 dias.


v1.5+ — Crescimento e ecossistema (contínuo)

Scope:


Granularidade das tarefas (para o Claude Code)

Cada marco se desdobra em 50 a 200 tarefas pequenas. Cada tarefa:

  1. tem entradas e saídas claras
  2. tem critérios de aceitação testáveis
  3. não passa de um dia-pessoa de trabalho

Por exemplo, algumas tarefas da v0.1:

Esqueleto do backend

Camada de banco de dados

Identidade e protocolo

Abstração do LLM

Agent runtime

Gateway e API

Cliente

Conteúdo de demonstração


Riscos e decisões antecipadas necessárias

Risco Mitigação
O SDK do MCP ainda evolui e sua API pode quebrar Fixar na versão estável, acompanhar o changelog, fazer uma camada de adaptação
O protocolo A2A (Google) e o padrão NANDA também ainda evoluem Começar pelo subconjunto mínimo, guardando espaço para uma camada de adaptação do protocolo
O Tauri 2.0 em iOS e Android é relativamente novo e pode reservar surpresas Na fase de MVP, só os três desktops; o celular na v0.3
O custo do LLM sai do controle Cota padrão + BYO key explícita + painel de consumo cedo
Os SDK dos fornecedores de LLM chineses (DeepSeek/Qwen) não são estáveis Usar a interface compatível com OpenAI (todos esses fornecedores oferecem) como ponto de entrada único

Orientações de implementação para o Claude Code

  1. Testes unitários antes da integração: cada serviço precisa passar nos próprios testes sem depender de os outros estarem no ar
  2. As migrações de banco vão pela ferramenta de migrações, nada de SQL na mão
  3. Os tipos se compartilham pelo pacote @confer/shared, servindo a cliente e servidor
  4. Todo PR leva sua mudança de documentação (se mexeu no protocolo ou na API)
  5. Para implementar o protocolo A2A, prefira uma biblioteca pronta (por exemplo o pacote npm http-message-signatures) a reinventar a roda
  6. Para DID:web, prefira did-resolver + did-jwt, que são ferramentas do W3C
  7. Para o servidor MCP, prefira o SDK oficial (@modelcontextprotocol/sdk)
  8. Escreva o assunto do commit como uma frase que diz o que a mudança faz, não como um prefixo convencional. Atenção: .github/scripts/gen-release-notes.sh só reconhece prefixos do tipo feat: / fix:, então as notas de versão têm de ser escritas à mão — de assuntos em prosa ele não gera
← Voltar ao Confer A2A · DID:web · RFC 9421 · NANDA